OS CICLOPES.
Os ciclopes são descritos na mitologia grega, de três maneiras diferentes, o que lhes distribui em três raças: Urânios, Sicilianos e construtores. Cada uma destas raças provém de uma linha mitológica diferente e aborda origens diferentes.
Dando continuação aos mitos seguindo a linha de Hesíodo e sua descrição dos protogenos, este tópico, falará somente dos Urânios, que são considerados filhos de Gaia e Urano.
Em todas as Mitologias, porém eles são fisicamente narrados da mesma forma. Gigantes, que possuíam apenas um olho no meio da testa, dotados de uma força física espetacular.
Na Teogonia, os Ciclopes aparecem como bons ferreiros capazes de forjar armas de grande poder.
Na história da origem, aparecem Arges, Brontes e Estéropes, filhos de Gaia e Urano. Ao nascerem, foram temidos pelo pai, por sua enorme força e aparência imponente, então foram trancados no Tártaro, junto com outros de deus irmãos, os Hecatônquiros.
Gaia, enfurecida, incitou-os a ajudarem seus irmãos titãs a destronarem Urano. Os ciclopes forneceram a ajuda, porém ao vencerem o pai, foram novamente enviados ao Tártaro por Cronos, que tomara o lugar de Urano.
Ainda na mesma mitologia eles aparecem como personagens Titanomaquia, a guerra entre titãs liderados por Cronos e os deuses do Olimpo liderados por Zeus. Arges, Brontes e Estéropes ajudam Zeus a vencer seus irmãos forjando armas de grande poder para os deuses, incluindo os poderosos raios de Zeus, o tridente de Poseidon e o Elmo do terror que concedia invisibilidade a Hades.
O fim dos Ciclopes é atribuído a Apolo, que os exterminou à flechadas parta vingar a morte de seu filho Asclépio. Zeus, por considera-lo uma ameaça, já que o médico semideus conseguira encontrar uma maneira de ressuscitar os mortos, o assassinou e Apolo, magoado com a morte do filho, decidiu vingar-se naqueles que fabricavam os raios do senhor do Olimpo.

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